Com este mundo emergente que cada vez nos exige mais e mais no qual vivemos atualmente, tudo que pode nos propor algo resumido se torna prático no dia a dia. Na ciência não é muito diferente, e por isso a ABNT 6028 – resumo acaba sendo uma mão na roda para os leitores de uma literatura científica, pois um resumo bem escrito apresenta ao seu leitor as principais ideias contidas naquele texto que lhe despertou um certo interesse.

Os resumos informativos segundo a Norma 6028 podem ser aplicados em: trabalhos científicos, artigos de periódicos e resumos críticos.

E você, já conhecia essa NBR?

Eita!!! Lascou-se. Esta seria a minha primeira reação.

Mas, falando sério… Voltemos ao início de todo o processo, pois quando já percebemos que o Power Point não está abrindo por alguma incompatibilidade técnica, não há muito o que fazer neste arquivo, podemos tentar baixar um desses arquivos anteriores ou até não utilizá-lo na apresentação… Eita, lascou-se!!!

Calma!!! Há sempre uma luz, lá no início do túnel…

Sempre quando iniciamos uma apresentação em Power Point só nos preocupamos com o conteúdo do que iremos falar, e esquecemos do principal – sua versão. Não sei o por que que devo dar atenção a versão de uma apresentação. (você deve estar se perguntando). Bem, antigamente quando o mundo era dominado apenas por um único editor de texto ou quando não existia tantas versões piratas, poderíamos dar ao luxo de não nos preocuparmos com isto, contudo atualmente esta preocupação é imprescindível.

Mas, vamos fingir que a sua versão não seja pirata…

Não sendo um trabalho editado por um Power Point pirata, seja na origem do trabalho ou modificações em outros computadores, vou mostrar uma simples atitude na qual pode evitar maiores perrengues na sua apresentação, principalmente se for em um TCC.

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O nosso trabalho começa no ‘Salvar Como’ e logo devemos ir no Tipo de Arquivo… Geralmente eu salvo em pelo menos 3 tipos de arquivos + PDF e se possível ainda faço teste no local da apresentação dias antes.

Eita Lucas, que exagero… Exagero vai ser quando você não tirar nota máxima na sua apresentação ou mesmo deixar sua plateia chateada ou com mais sono (se possível) só na espera da sua apresentação por falta de precauções.

Enfim, espero ter ajudado com este post…No mais, deixa um recadinho aqui no blog ou no Face.

Oxente… Mas que negócio é esse de ‘tecnologia assistiva’ (TA)?

Nas poucas leituras que realizei sobre o assunto, gostei muito dessa definição de Bersch e Tonolli (2016):

“É todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão.”

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Link da imagem: click aqui.

Partindo da citação acima, todo recurso que proporcione as pessoas o acesso a expansão de suas habilidades no meio social, pode ser considerado como uma tecnologia que assiste a necessidade de um Ser.

Ontem a tarde eu assisti uma edição jornalística que falava sobre um projeto que ocorria em Piauí que utilizava cadeiras anfíbias para proporcionar um belo banho de mar aos cadeirantes… Algo simples para alguns, simplesmente pode ser a melhor sensação que se pode ter.

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Link da imagem: click aqui.

Para Radabaugh (1993):

“Para as pessoas sem deficiência a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis. (artigo consultado).”

E para você… Qual é a melhor sensação que uma tecnologia assistiva pode lhe proporcionar? Tristeza? Felicidade?

Se você trabalha em uma biblioteca ou em algum centro de informação na qual não tenha espaços digitais para o armazenamento das informações adquiridas ou geridas da instituição que você trabalha, sugiro a aquisição de uma base de dados – urgente!

Infelizmente a palavra “crise”nas áreas da educação e suas respectivas subáreas já é bem conhecida e convivida, pois nunca se tem dinheiro (sobra) quando o assunto remete a abrir a mente do povo (principalmente na realidade brasileira).

Não obstante dessa realidade, as bibliotecas muitas vezes não recebem recursos para criarem bases de dados institucionais, pelo menos não no mesmo  nível nas quais são exigidas pela própria instituição no ato de alguma avaliação, seja interna ou externa.

Geralmente, as bases de dados existentes nas bibliotecas não são criadas ou auxiliadas por profissionais bacharéis em Biblioteconomia, sendo muitas vezes desvalorizados por apenas falta de conhecimento na gestão instituição, que acha que biblioteca atua apenas na organização de livros e não de informações ou como um reforço às funções educativas no ambiente na qual está inserida… Ou seja, o administrador da base de dados deve ser o mesmo profissional da biblioteca ou centro de informação, contando sempre com os auxílios técnicos da T.I. e/ou adjacentes.

Indo à prática:

Conheço duas bases de dados grátis e muito bem utilizada na área da biblioteconomia, são elas: PHL – Personal Home Library © 2001-2006 Elysio M.S.Oliveira e o Biblivre.

Em outros post irei explicar cada base de forma mais detalhada. Por enquanto, acho importante destacar que ter uma base de dados grátis utilizada por uma instituição são muitas vezes uma mão na roda, pois não faltam alegações de não existir verbas para a criação de uma base de dados institucional (própria). Contudo, os riscos eminentes das percas de informações  (mesmo com backups) ou travamentos no sistema são existentes, e para as instituições que convivem com constantes avaliações externas ou internas, este tipo investimento de baixo custo, muitas vezes não são enxergadas com bons olhos, ou no mínimo pode te deixar na ão em momentos mais importantes numa avaliação.

Existem base de dados particulares de excelentes qualidades referentes a segurança das informações e suporte do sistema, mas os custos também são altos, mas o grande empecilho para a aquisição destes recursos ainda está em torno da retrograda visão destas medidas como apenas mais um custo e não como um investimento, como deveria ser tratado.

Enfim, você utiliza uma dessas bases de dados que indiquei? Gosta? Você conhece outras bases gratuitas ou particulares que valham a pena?

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Não é raro ouvir dizer, principalmente das pessoas mais velhas:

– Esse tal de stress não existia…

Pois é, não podemos voltar ao passado para fazer tal verificação em tempo real deste fato (infelizmente), mas se compararmos a proporção no qual consumimos de informações ou conhecimento no nosso cotidiano, sem dúvidas, a época dos nossos antepassados eram no mínimo ‘um tempo bom de se viver’.

Atualmente, não é incomum encontrar crianças e adolescentes muitas vezes mais estressadas comparando-as com adultos, pois como já dizia Epicuro:

O desejo é inimigo do sossego.

Seguindo o pensamento de Epicuro, o desejo por um futuro melhor é sem dúvida a maior aflição dos nossos jovens brasileiros. Destarte, surge uma questão: conhecimento nunca é de mais?

Voltemos à velha máxima dos nosso avós: antigamente tudo era mais fácil… Será? E o stress no meio disso tudo, como fica?

Mas afinal, o que é stress?

Dentre inúmeras definições existentes, a que mais me chama a atenção é descrita pelo Dr. Mario Sérgio Cortella:

Stress é resulto de um esforço sem sentido, sem objetivo.

Qual é o sentido que as informações tem pra você no seu dia a dia?

Atualmente, convivemos (querendo ou não) com um bombardeio constante de informações por todos os lados. Sem esquecer que a maioria das vezes que você se distância num mínimo de 50% deste bombardeio de informações durante seu dia a dia, você começa a se cobrar ferozmente, pois você acha que não há espaço para descanso neste mundo competitivo no qual vivemos e/ou convivemos. Desta forma… Como você pode tornar seu dia mais tranquilo?

Seguem 3 dicas práticas para tornar seu dia mais tranquilo:

Planeje sua semana ou dia seguinte: este é o momento de parar, olhar e escutar… Observar suas necessidades em cada parte de sua vida e pontuar seus anseios e prioridades, e colocá-los em prática;

Momentos de lazer: ouça musicas de sua preferência, leia m livro que te agrade… Enfim, aproveite (em que seja em alguns minutinhos) um tempo pra aproveitar seu momento em paz.

Organize-se: ter uma organização por um todo em geral já ajuda, e muito! Recomendo um blog especialista no assunto, o Vida Organizada, com Thais Godinho. Um dos pontos de organização no meio científico que vejo como uma das sementes do stress é o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)… Oh trabalhinho bom!

E você… O que te faz menos estressado durante o seu dia a dia? Quais são os pontos-gatilho que te deixam de cabeça quente?

Revisão de Textos

Já trabalho um tempinho com revisões das normas da ABNT, principalmente com os TCCs. Nunca vi tão poucas letrinhas provocar tanto temor quanto esse tal de TCC. Diante das mil e uma historinhas que poderia contar pra você, a que eu mais me deparo é com a tal perguntinha… Lucas, (e um milhão de voltas depois) você poderia dar uma olhadinha no meu trabalho? É só uma olhadinha…

Qual é a minha resposta? Não!!! Vixe… Fui grosso? Tenho um amigo que diz: grosseria é tomar vitamina de banana com canudinho…rs. Além da olhadinha nem lhe proporcionar um agradinho financeiro, há outros pontos que não me deixam dar um SIM nem se fosse para mim. Vou destacar apenas 3 pontos:

Meus conhecimentos:

Estudei (e continuo na labuta) muito para chegar no nível atual de apenas consultar as Normas sem afobação… Os cursos diretos e indiretos para esta área são caros, sem contar com a constante atualização de conhecimentos gerais… Pois quem trabalha com a revisão da ABNT ou de textos, sabem que muitas vezes pegamos trabalhos que fogem dos nossos conhecimentos primários da graduação, ainda mais o curso que fiz – biblioteconomia (que já tem um preconceito que o cerca desde quando você faz a prova do vestibular – Biblio o quê?).


A cobrança é maior:

Rapaz!!! Nunca fui tão cobrado quanto os trabalhos por amizade, pois a olhadinha não deixa de ter prazo e a cobrança de que saia tudo impecável e ainda quer que revise depois da banca… Um dia desses quase mandei um amigo tomar %#¨@@% (banho).


Não sou Santo:

Preciso de água, pagar minhas contas, comprar meus livros… Afinal, preciso sobreviver, como todo reles mortal.

O que eu chamo de olhadinha do bem, é quando eu olho o trabalho para criar o valor que irei cobrar, para não ficar ruim nem pra mim, e principalmente para o cliente.

Bem, este foi o meu primeiro post neste cantinho de ideias… Espero que tenha gostado.