Qual é a melhor sensação que uma tecnologia assistiva pode proporcionar?

Oxente… Mas que negócio é esse de ‘tecnologia assistiva’ (TA)?

Nas poucas leituras que realizei sobre o assunto, gostei muito dessa definição de Bersch e Tonolli (2016):

“É todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão.”

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Partindo da citação acima, todo recurso que proporcione as pessoas o acesso a expansão de suas habilidades no meio social, pode ser considerado como uma tecnologia que assiste a necessidade de um Ser.

Ontem a tarde eu assisti uma edição jornalística que falava sobre um projeto que ocorria em Piauí que utilizava cadeiras anfíbias para proporcionar um belo banho de mar aos cadeirantes… Algo simples para alguns, simplesmente pode ser a melhor sensação que se pode ter.

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Para Radabaugh (1993):

“Para as pessoas sem deficiência a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis. (artigo consultado).”

E para você… Qual é a melhor sensação que uma tecnologia assistiva pode lhe proporcionar? Tristeza? Felicidade?

COMO NÃO SE ESTRESSAR COM O EXCESSO DE INFORMAÇÃO NO SEU DIA A DIA?

Não é raro ouvir dizer, principalmente das pessoas mais velhas:

– Esse tal de stress não existia…

Pois é, não podemos voltar ao passado para fazer tal verificação em tempo real deste fato (infelizmente), mas se compararmos a proporção no qual consumimos de informações ou conhecimento no nosso cotidiano, sem dúvidas, a época dos nossos antepassados eram no mínimo ‘um tempo bom de se viver’.

Atualmente, não é incomum encontrar crianças e adolescentes muitas vezes mais estressadas comparando-as com adultos, pois como já dizia Epicuro:

O desejo é inimigo do sossego.

Seguindo o pensamento de Epicuro, o desejo por um futuro melhor é sem dúvida a maior aflição dos nossos jovens brasileiros. Destarte, surge uma questão: conhecimento nunca é de mais?

Voltemos à velha máxima dos nosso avós: antigamente tudo era mais fácil… Será? E o stress no meio disso tudo, como fica?

Mas afinal, o que é stress?

Dentre inúmeras definições existentes, a que mais me chama a atenção é descrita pelo Dr. Mario Sérgio Cortella:

Stress é resulto de um esforço sem sentido, sem objetivo.

Qual é o sentido que as informações tem pra você no seu dia a dia?

Atualmente, convivemos (querendo ou não) com um bombardeio constante de informações por todos os lados. Sem esquecer que a maioria das vezes que você se distância num mínimo de 50% deste bombardeio de informações durante seu dia a dia, você começa a se cobrar ferozmente, pois você acha que não há espaço para descanso neste mundo competitivo no qual vivemos e/ou convivemos. Desta forma… Como você pode tornar seu dia mais tranquilo?

Seguem 3 dicas práticas para tornar seu dia mais tranquilo:

Planeje sua semana ou dia seguinte: este é o momento de parar, olhar e escutar… Observar suas necessidades em cada parte de sua vida e pontuar seus anseios e prioridades, e colocá-los em prática;

Momentos de lazer: ouça musicas de sua preferência, leia m livro que te agrade… Enfim, aproveite (em que seja em alguns minutinhos) um tempo pra aproveitar seu momento em paz.

Organize-se: ter uma organização por um todo em geral já ajuda, e muito! Recomendo um blog especialista no assunto, o Vida Organizada, com Thais Godinho. Um dos pontos de organização no meio científico que vejo como uma das sementes do stress é o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)… Oh trabalhinho bom!

E você… O que te faz menos estressado durante o seu dia a dia? Quais são os pontos-gatilho que te deixam de cabeça quente?

Revisão de Textos

PODE DAR UMA OLHADINHA NO MEU TCC?

Já trabalho um tempinho com revisões das normas da ABNT, principalmente com os TCCs. Nunca vi tão poucas letrinhas provocar tanto temor quanto esse tal de TCC. Diante das mil e uma historinhas que poderia contar pra você, a que eu mais me deparo é com a tal perguntinha… Lucas, (e um milhão de voltas depois) você poderia dar uma olhadinha no meu trabalho? É só uma olhadinha…

Qual é a minha resposta? Não!!! Vixe… Fui grosso? Tenho um amigo que diz: grosseria é tomar vitamina de banana com canudinho…rs. Além da olhadinha nem lhe proporcionar um agradinho financeiro, há outros pontos que não me deixam dar um SIM nem se fosse para mim. Vou destacar apenas 3 pontos:

Meus conhecimentos:

Estudei (e continuo na labuta) muito para chegar no nível atual de apenas consultar as Normas sem afobação… Os cursos diretos e indiretos para esta área são caros, sem contar com a constante atualização de conhecimentos gerais… Pois quem trabalha com a revisão da ABNT ou de textos, sabem que muitas vezes pegamos trabalhos que fogem dos nossos conhecimentos primários da graduação, ainda mais o curso que fiz – biblioteconomia (que já tem um preconceito que o cerca desde quando você faz a prova do vestibular – Biblio o quê?).


A cobrança é maior:

Rapaz!!! Nunca fui tão cobrado quanto os trabalhos por amizade, pois a olhadinha não deixa de ter prazo e a cobrança de que saia tudo impecável e ainda quer que revise depois da banca… Um dia desses quase mandei um amigo tomar %#¨@@% (banho).


Não sou Santo:

Preciso de água, pagar minhas contas, comprar meus livros… Afinal, preciso sobreviver, como todo reles mortal.

O que eu chamo de olhadinha do bem, é quando eu olho o trabalho para criar o valor que irei cobrar, para não ficar ruim nem pra mim, e principalmente para o cliente.

Bem, este foi o meu primeiro post neste cantinho de ideias… Espero que tenha gostado.